Mostrar mensagens com a etiqueta Provas oficiais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Provas oficiais. Mostrar todas as mensagens

domingo, 14 de fevereiro de 2010

1ª Corrida de Braga, de 14Fev2010 (3ª mensagem, de 3): FOTOGRAFIAS

1 - O trio, estreando as camisetas novas, em grande, na sua terra.



















2 - Na partida, os amontoado de atletas, ansiosos. À direita na foto, um batoteiro que, além de se preparar para começar à frente da meta, recorre a uma bicicleta... Depois batem-se recordes, pois batem...



















3 - Já na meta, o grande vencedor foi este garoto, que na verdade é um grande homem, pois ganhou a mini-maratona. À direita na foto, o seu avô aplaude-o.



















4 - O vencedor da prova de 9,2km, foi o ex-atleta olímpico e ex-atleta do Enorme Sporting Clube de Braga Mário Silva, que atingiu a meta ao fim de 29min03seg. É recebido em apoteose pelo povo. À direita na foto, o seu avô observa-o.



















5 - Nuno faz o gesto de "fixe, meu" à fotógrafa, preparando-se para cortar a meta. À direita na foto, o avô de Mário Silva observa-o.



















6 - Pleno de garra, Zé executa uma dança tribal, preparando-se para ultrapassar Manuel Monteiro centímetros antes da meta. À direita na foto, o avô de Mário Silva observa-o pelo reflexo dos óculos.



















7 - Liderando, destacado, o grupo onde seguia, Luís galopa com a meta em vista. À direita na foto, o avô de Mário Silva observa-o de esguelha, preparando-se para lhe enfiar um chapadão.



















8 - Já refeito do esforço, Nuno queixa-se da sua saca de ofertas "deram-vos laranjas, mas a mim deram-me um limão", enquanto lida com o azedume do mesmo.
























9 - Feliz pela prova, Zé sorri, confiante que ainda nesse dia se deslocaria à Barbearia Clássica e Histórica para rapar a trunfa.
























10 - Apesar de sentido com o avô de Mário Silva, Luís revela a sua tranquilidade, contente pela sua prestação na prova. À direita na foto, um fã dos SB mira Zé, assustando-se perante a desconfiança que Zé se prepararia para cortar o cabelo à máquina, em casa, em vez de ir à Barbearia Clássica e Histórica.

1ª Corrida de Braga, de 14Fev2010 (2ª mensagem, de 3): RESULTADOS

As prestações individuais nesta prova de 9,2km foram sentidas de forma idêntica entre os três atletas participantes, até porque obtiveram resultados semelhantes.



Expectativas: tendo em conta dois treinos previamente efectuados pelo Nuno e pelo Luís no percurso da prova, os SB traçaram a previsão/objectivo de completar os 9,2km da "1ª Corrida de Braga" num intervalo de tempo entre os 40min e os 42min. Sendo os SB, em termos de atletismo, ainda um grupo que vale mais pela sua união, forma de estar e espírito com que tudo encara, do que por uma excelente condição física (sobretudo porque o treino delineado ainda não pode ser uma realidade para os seus elementos), os objectivos, sendo exigentes, não são ainda os de atingir tempos muitos bons, mas os de estabelecermos registos que cada vez mais nos consigam impelir a melhorar.



Prestações individuais: os três atletas fizeram uma prova em que confirmaram e até ultrapassaram as expectativas, dado que os três terminaram a prova em menos de 42min e o Nuno baixou dos 40min.
   O trio começou com uma passada relativamente forte e, inicialmente, iam os três juntos. Porém, após o primeiro quilómetro, o trio dividiu-se em dois grupos, pois o Luís foi a seguir os outros dois a escassos metros de distância. O Zé e o Nuno fizeram grande parte da corrida juntos e foi juntos que completaram a meia prova em cerca de 19min30seg, um tempo que fazia adivinhar uma boa prova. Por essa altura, o Luís continuava em bom ritmo, embora já mais afastado.
   Já na segunda volta ao circuito, ao km 6,8, no abastecimento, um facto infeliz para Zé provocaria a separação do duo: Nuno ia 2m à frente de Zé e conseguiu receber convenientemente a garrafa de água, enquanto que Zé, quando se preparava para receber a garrafa, foi surpreendido pelo colaborador que, no último instante, voltou atrás na decisão de dar a garrafa ao Zé para ir atrás dum outro atleta que tinha deixado cair a sua, socorrendo-o, mas prejudicando o Zé e outros atletas em vários segundos, além de lhes quebrar o ritmo.
   Nuno continuou e não foi mais alcançado por Zé, até porque depois da descida que se seguia, apresentava-se a dura subida da Rua de Santo Adrião, um troço muito complicado para alcançar quem quer que seja.
   Numa prova em que o ritmo cardíaco bate sempre à volta das 180 vezes por minuto, um facto foi comum ao trio dos SB: ainda que já separados por completo, os três elementos conseguiram fazer excelentes sprints no final, em plano, tanto na recta da meta como na recta que lhe antecedeu, ou seja, ao longo da Avenida Central.

   Analisando as tabelas abaixo, percebe-se que os três elementos dos Suicidas Brácaros completaram a prova com tempos inferiores à média geral e, se se analisar só o respectivo escalão, o Nuno e o Zé conseguiram um tempo mais rápido que a média e o Luís um tempo praticamente na média (apenas mais 6seg), o que demonstra que os SB estão já a um nível satisfatório, dado que atingem e até conseguem melhor que os resultados médios atingidos, e numa prova que contou com muitos atletas federados.


Informação global; tempos, classificações e velocidades dos atletas:



Classificação geral aqui.



SMS dos atletas:

  • : "Corremos na cidade augusta / E com grande excitação / Faltavam era uns km / Não foi grande o esticão"

  • Luís: "Corrida de Braga: uma prova e tanto, das que não devem ser julgadas pelas aparências. Tivemos a responsabilidade de representar os S.B. na Cidade-natal."

  • Nuno: "A força Bracarense floresceu onde nasceu e só faltou o espumante para festejar. Agradecemos o apoio, pois fomos muito acarinhados. SB: sempre a melhorar!"

1ª Corrida de Braga, de 14Fev2010 (1ª mensagem de 3): CRÓNICA

No passado dia 14 de Fevereiro de 2010, os Suicidas Brácaros tiveram a felicidade de poderem participar numa prova oficial na sua própria terra: na 1ª edição da "Corrida de Braga" (cartaz aqui)
     Esta prova, que teria (mas não tinha) 10km, era a oportunidade para os SB se apresentarem a Braga e, para o fazerem em grande estilo, estrearam as suas camisolas oficiais! 
     Numa cidade de enorme importância como Braga, além das muitas tradições em termos de atletismo que tem (S.C.Braga incontáveis vezes Campeão Europeu de Estrada, organização da Taça dos Campeões Europeus de Corta-mato em Braga no início dos anos 90, etc) e com tantas centenas ou milhares de desportistas amadores, não se admitia que ainda não houvesse uma prova "em termos", direccionada a amadores e entusiastas! É certo que a cidade merecia, pelo menos, uma Meia-maratona mas... Dado que quase nada existia até agora, já foi óptimo realizar-se uma prova destas!... Ainda que organizada por uma empresa de Aveiro, a "Atletica Iberica Organizações Desportivas, Lda" (que julgamos ser a dona do site Atletas.net - praticamente o único sítio onde encontramos qualquer referência à prova) e ainda que praticamente sem divulgação.

Tempo: numa altura do ano fértil em chuva e frio, a chuva, no dia da prova, andou arredada de Braga... Porém, o frio fez-se sentir com muita intensidade, não tanto pela temperatura analisada isoladamente, mas pelo surpreendente vento gélido, de tremer. Embora se tenha tido sorte por não chover (conforme tinha acontecido nos dias anteriores), foi realmente difícil sentir um vento tão gelado que, nem antes nem depois desse dia, voltou a assolar Braga (e mesmo os concelhos vizinhos). De qualquer modo, se os atletas não apanhassem um resfriado, até estavam condições relativamente favoráveis à prática desta prova.

Percurso: quanto ao percurso da "1ª Corrida de Braga", antes de mais, há a registar uma infeliz situação a apontar à Organização, que não tem a ver com o percurso em si, que nos pareceu óptimo, mas com o facto de ter sido sempre divulgado que teria 10km e, depois, verificou-se que tinha apenas 9,2km! Ainda mais grave é, porque não seria difícil completar o percurso com mais 800m com ligeiríssimas perturbações ao trânsito (que, realce-se, nunca durariam mais de 1hora, num Domingo de manhã, de frio), e de seguida apresentamos algumas sugestões, que podem talvez ser aplicadas na segunda edição da prova: 
  1. Se a partida fosse dada na passadeira anterior (N 41º33.105  O 8º25.147, alt.195m), ganhar-se-iam 100m por volta, e continuaria a ter espaço para todos os participantes, mesmo que mais atletas houvesse.
  2. Se, em vez de se dar a volta acima da viragem para o Estádio 1º de Maio, junto da viragem para o Clube de Caçadores (N 41º32.329  O 8º25.102, alt.195m), se desse imediatamente após o separador central pintado que antecede a rotunda seguinte (N 41º32.174  O 8º25.396, alt.224m), ganhar-se-iam 1300m por volta, e as únicas complicações de trânsito seriam conceder 1 via (numa estrada com 4) para os carros que saíssem do Parque de Campismo em direcção a Nogueira e obrigar quem quisesse aceder ao Clube de Caçadores ou ao bairro do Picoto a tomarem tal percurso pelo Bairro Nogueira da Silva. Porém, nem tanto seria necessário pois, como não se precisaria de 1300m (ou 2600m), mas apenas de 800m para completar os 10km, se se desse a volta imediatamente antes do Parque de Campismo, ganhar-se-iam 740m por volta, ficando apenas a faltar 60m (se apenas de fizesse isso numa volta), que se completariam em qualquer lado, como por exemplo: alterando a partida; ou, na Avenida 31 de Janeiro, virando à direita no ponto (N 41º32.818  O 8º24.834, alt.175m.) e, depois, imediatamente à esquerda e, depois, à esquerda de novo para voltar à referida Avenida, ganhando-se 80m por volta e, portanto, diminuindo a necessidade de prolongar até ao Parque de Campismo o que foi antes referido (diminuindo também, desse modo, a inclinação).
  3. Outras hipóteses, como utilizando a Rua Beato Miguel Carvalho e a Rua da Restauração, etc.
     Obviamente, não sabemos porque é que o percurso não tinha 10km... Se por falta de cuidado, se por falta de vontade e, caso tenha sido esta última hipótese, se terá acontecido por culpa da Organização, se por culpa da Câmara Municipal de Braga ou até se por culpa da polícia. O que sabemos é que, se o percurso tinha 9,2km, devia-se anunciar isso mesmo e, isso, é culpa da Organização!

     Relativamente ao percurso propriamente dito, o mesmo consistia em duas voltas quase iguais ao circuito seguinte: "Av. Central - Av. da Liberdade - Largo de São João da Ponte - N101 até à viragem para o Clube de Caçadores - Largo de São João da Ponte - Rua de Santo Adrião - Rua Padre Francisco Almeida - Av. 31 de Janeiro - Senhora-a-Branca - Av. Central".
     Ao longo de algumas das principais avenidas da cidade de Braga, é um percurso bonito, sem monotonia (embora contemple a repetição do trajecto) e, não fôssemos nós de Braga, talvez tivéssemos lamentado não ter optado por participar na caminhada, para poder desfrutar verdadeiramente do percurso, ainda que não seja do mais atractivo que se poderia percorrer em Braga. Bonito percurso, na mais bonita e simpática das cidades!

     Em termos técnicos, refira-se que se desenrola em óptimo piso mas não é, todavia, fácil, na medida em que contempla diversas subidas e descidas que se sucedem umas às outras, sendo que apenas a Avenida Central constitui o troço plano (apenas cerca de 10% do percurso).
   Aqui está o percurso da corrida, pronto para ser descarregado em inúmeros formatos.


 De referir ainda quatro factos: um péssimo, dois maus e um bom...

  • O facto péssimo: dias após a realização deste evento, elementos dos SB passaram pelo local dos abastecimentos da prova e depararam-se com um cenário ABJECTO: dezenas e dezenas e dezenas de garrafas de água - as garrafas dos abastecimentos da prova - não tinham sido apanhadas e levadas para um ecoponto, mas encontravam-se na berma da estrada! É absolutamente CRIMINOSO que se conspurque a cidade de Braga desta forma! Não sabemos se a culpa é da Organização ou se é da C.M.Braga ou se de terceiros. O que sabemos é que o responsável devia reparar tal erro e pagar severamente por tal irresponsabilidade! ENORME VERGONHA E FALTA DE RESPEITO PELO AMBIENTE E POR BRAGA E PELOS BRACARENSES!
  • O primeiro facto mau: os (poucos) cartazes que a Organização colocou no centro do Centro da Cidade, na zona da partida e da meta, dias antes do evento para o promover, ainda lá continuavem semanas depois da prova! Fiquem a saber que o Centro de Braga não é nenhuma lixeira, por isso os Bracarenses exigem respeito. Além disso, uma palavra para o facto de tais cartazes, ainda por cima da forma como estavam colocados, não se coadunarem com a harmonia visual que deveria ser exigida naquela zona da cidade, mas este tipo de questões não são para aqui chamadas e o mal não era dos cartazes, era de quem deixa que o lindo centro do Centro da Cidade mais bonita se transforme num amontoado de tendas e cartazes.
  • O segundo facto mau: infelizmente, a Organização não providenciou casas-de-banho portáteis na zona da partida e da meta (apenas estava disponível, pareceu-nos, a casa-de-banho do INATEL, para a qual havia uma grande bicha e não havia informação sobre a mesma). Não compreendemos como não se pensa nisso ou, então, como se espera que as pessoas façam as suas necessidades no jardim. Pois assim tivemos que fazer, depois de esperarmos que um duo de polícias passasse. As mulheres, não sei como fizeram.
  •  O facto bom: nesta prova, quem se inscrevesse até o fim do mês anterior à prova, ou seja, até ao fim de Janeiro, teria o seu nome (primeiro e último nomes) imprimido no dorsal. É um gesto simpático, que só fica bem, e que todo o atleta gosta. Muito bem.
    


Quanto à ORGANIZAÇÃO DA PROVA, vamos analisá-la por partes, classificando cada ponto cuja análise se segue numa escala de 1 a 10:
  • Preço: 5€ pela inscrição, porque nos inscrevemos até ao fim de Janeiro (ainda que, mais tarde, tenham alargado a data até dias antes da prova) - se assim não fosse, seria 7€ - , não nos parece caro, até porque, como a divulgação foi mínima, não eram decerto esperados muitos participantes, pelo que seria difícil que o preço fosse menor. Porém, pedir o mesmo preço para se participar na caminhada, é despropositado!  (7v);
  • Inscrição e pagamento: a inscrição foi efectuada por email. Porém, a Organização não se demonstrou realmente muito organizada, dado que, não obstante nos termos inscrito atempadamente e indicando todas as informações pedidas, dias antes da prova recebemos um email da Organização pedindo-nos informação que já tínhamos facultado. Felizmente, não resultou em problemas no dia da prova. O pagamento foi efectuado por Multibanco e o comprovativo teve de ser entregue (não apenas mostrado) aquando do levantamento dos dorsais. Ora, o recibo do meu pagamento não me faz falta a não ser para a ocasião, porém é meu e só me deveriam pedir para ver ou para lhes facultar uma cópia.  (6v);
  • Divulgação do evento: a divulgação do evento efectivamente constitui um ponto em que a Organização leva mesmo má nota! Tivemos conhecimento do evento ainda em Janeiro, atempadamente, mas através do Emanuel Matos (um atleta de grande fibra, nosso conhecido, que corre pela "Triplagitada", em atletismo, ciclismo, duatlo e triatlo). Se assim não fosse, só teríamos sabido do evento se tivéssemos consultado o site, anteriormente referido, onde encontrámos referência à prova ou então, se tivéssemos passado a pé numa zona muito localizada do Centro da Cidade (perto da partida da prova), onde tínhamos visto meia-dúzia de cartazes alusivos ao evento. Não obstante tão má divulgação, pelo menos na net e junto da sociedade Bracarense, a prova ainda contou com cerca de 400 atletas na modalidade principal, entre os quais muitos galegos. Ponto muito negativo a apontar à Organização, mas também às entidades municipais, que teimam em descurar estes aspectos essenciais de vivência de comunidade!  (3v);
  • Estacionamento: o estacionamento foi fácil, dado que era uma manhã de Domingo, ainda por cima fria. Quem estivesse disposto a pagar bem para estacionar, teria sempre lugar no subsolo, junto à partida e à chegada; se não, teria de andar um pedaço, mas arranjava lugar. Todavia, a exemplo de todas as outras provas em que já participámos, também desta vez a Organização não considerou pertinente informar os participantes dos melhores sítios para estacionar, ainda que tal facto não seja, logicamente, grave.  (7v);
  • Levantamento dos dorsais: efectuado no edifício do INATEL, a 50m da partida. Só pecou por não estar devidamente assinalado como sítio de levantamento dos dorsais, mas decorreu rapidamente e sem problemas, no andar da entrada do referido edifício, que tem espaço suficiente. Quanto aos dorsais, nota positiva para o facto de terem o primeiro e o último nome de cada atleta... Embora só para os atletas que se tinham inscrito com antecedência! Todo o atleta gosta!  (8v);
  • Animação em torno do local do evento: em primeiro lugar, dada a falta de divulgação e o nulo apelo ao entusiasmo colectivo, naturalmente que a população em geral nem sequer soube do evento, quanto mais aliar-se ao mesmo. Não obstante, eram calorosas as reacções dos cidadãos que iam assistindo à passagem dos atletas, o que foi deveras importante, sobretudo nalgumas subidas de grande dificuldade! Além disso, na zona de partida/meta, algumas centenas de pessoas vibraram com o evento. Nesta zona, a animação era efectivamente uma realidade, pois a Organização providenciou música, animador e um palco com animadores de educação física para serem seguidos pelos atletas a fim de efectuarem o aquecimento. No fim da corrida, sob uma tenda insuflável, uma equipa de estudantes de um curso ligado à saúde de uma instituição universitária da região, estavam a fazer rastreios, o que não se enquadra em animação, mas não deixa de ter interesse e importância.  (6v);
  • Partida e Meta:  a partida situava-se a meio da Avenida Central, na passadeira que antecede o ponto em que a Rua de São Gonçalo atinge a referida avenida, seguindo depois pelo túnel em direcção à Avenida da Liberdade, que é percorrida em toda a sua longa extensão descendente. A partida estava, pois, muito bem localizada, a meio de uma avenida do Centro Histórico com duas vias, embora logo à frente o percurso de cingisse a uma via, mas apenas ao longo da descida do túnel. Estava assinalada com um bem visível pórtico insuflável. A meta situava-se a cerca de 200m da partida, em frente à Arcada, na Praça da República, imediatamente antes do chafariz redondo, entre os chafarizes "auxiliares" e estava assinalada com um bem visível pórtico e, ao contrário doutras provas, só havia mesmo um pórtico a assinalar a meta, o que é óptimo, pois não confunde o atleta! Também a localização da meta nos pareceu uma feliz escolha, dado ser no coração da Praça da República, num sítio bonito, agradável e espaçoso e que, além disso, oferece uma recta da meta de categoria, em passeio pedonal.  (9v) ;
  • Abastecimentos: a organização optou por fornecer apenas água, o que se compreende perfeitamente dado ter sido uma corrida quase sem apoios. A corrida contemplava dois abastecimentos. Como o percurso consistia na repetição de um circuito, ambos os abastecimentos se situavam no mesmo local: acima do Estádio 1º de Maio, onde se invertia a marcha. Porém, não é demais relembrar a incúria com que foi tratado o lixo de garrafas resultante do abastecimento, conforme foi acima descrito. Quanto à forma como os atletas recebiam em mão as garrafas de água, lamentamos que, nesta corrida como noutras, quem dá a água em mão não tenha já as mesas cheias de garrafas prontas a dar aos atletas (nem que arrumem as mesas mais para trás, para os atletas não terem a tentação de irem eles à mesa, correndo o risco de deitar tudo ao chão), provocando atrasos.  (7v);
  • Informação ao longo da corrida: ao longo da corrida, a informação quilométrica foi nula. Como o percurso consistia na repetição de um circuito, os atletas tiveram noção que iam a meio da corrida quando passaram junto da zona da partida e da meta. A corrida não era, todavia, sujeita a que os atletas saíssem do percurso, estando as viragens bem assinaladas, com alguém a indicar.  (6v);
  • Ofertas: quando os atletas terminaram a corrida, foi-lhes dada uma saca com ofertas. A mesma, incluía uma garrafa de água de 50cl, uma laranja, uma camisola de manga curta alusiva ao evento e a acarinhada medalha! Tendo em conta a reduzida dimensão da prova e os 5€ de inscrição, pareceu-nos  uma saca de ofertas equilibrada.  (7v).


1 - A camisola (parte da frente).






















2 - A camisola (parte de trás).























3 - A medalha.
























  A 1ª Corrida de Braga foi um evento que nos entusiasmou sobremaneira, por vários motivos: era na nossa terra, era a primeira corrida numa cidade ávida de eventos destes e com centenas ou milhares de praticantes, era um percurso que poderíamos treinar e que conhecíamos bem e era uma prova em cuja distância estávamos ansiosos por verificar até que ponto corresponderíamos positivamente em contexto oficial. 
     Esperamos que tenha sido a primeira de incontáveis edições e que as próximas sejam cada vez melhores e, sobretudo, que se corrijam os três graves erros: a descuidada limpeza das garrafas dos abastecimentos, a quase ausência de divulgação e a errada distância do percurso.
     Sem dúvida que, sempre que houver corridas deste género (entenda-se: feitas para os cidadãos normais, e não para profissionais) em Braga, os Suicidas Brácaros participarão!

domingo, 24 de janeiro de 2010

12ª Meia-maratona de Viana do Castelo, de 24Jan2010 (3ª mensagem, de 3): FOTOGRAFIAS

1 - Antes da prova, plenos de inconsciê confiança.




2 - Depois de ouvirem o locutor a lembrar a todos o que ali tinham ido fazer... A preocupação tomou conta dos rostos dos atletas.




3 - Mas já que ali estavam, havia que encarar o desafio com coragem. 
      Zé, encarando as adversidades que se adivinhavam com um sorriso.




4 - Luís transpirando tranquilidade.




5 - Nuno enigmático, dividindo o pensamento entre desconfiar do que aí vinha e pensar se usar um turbante na corrida não seria de facto uma boa ideia, como o colega atrás.




6 - Zé, confiante na sorte, pensando que tinha acabado de adquirir uma rifa para ganhar um Ford.




7 - Momentos antes da partida, era evidente a tensão reinante!... Inclusivé nos elementos da Comunicação Social, com um fotógrafo "apanhado com a boca na botija" quanto tentava fotografar os Suicidas Brácaros para fazer posters.




8 - E... PARTIDA! Estes que se vêem são os do "combóiinho da batata podre"... Os SB já iam na frente, a fazerem de "lebres" aos quenianos.




9 - Já na recta final, o nosso amigo queniano Kenneth Kiplimo, que à conta de termos puxado por ele ainda segurou o 3º lugar, exibia-se galante. À esquerda na fotografia, o Dr.Carvalhosa, que é um santo, esse homem, praticava jumpstyle (aqui está um tutorial, para os seguidores do Dr.Carvalhosa), animando as "hostes".




10 - Bruno Jesus, do Núcleo de Atletismo de Joane, que ficou em 5º lugar (2º melhor Português e 2º melhor Minhoto), irado por ter chegado atrasado para a exibição do Dr. Carvalhosa.




11 - Num duelo de Minhotos, Jorge Cruz (871), do N.A.Joane, acabaria por ultrapassar Heitor Oliveira (6), do Cyclones (que corria em casa), mesmo na recta da meta, assegurando o 10º lugar. Na foto, no meio dos atletas, atrás, avista-se Dona Lola segredando a seu pai que "estes atletas até correm muito, mas não têm o estilo dos Suicidas Brácaros".




12 - Milka Jerotich, queniana, ficou em 1º lugar no escalão Femininos. Na foto, à esquerda, vê-se um ariano racista, elevando um pano preto de luto pela excelente prova de Milka. Atitude inqualificável.




13 - Finalmente, o momento por que todos esperavam... A chegada à recta da meta da primeira atleta do ENORME SPORTING CLUBE DE BRAGA!!!Filomena Costa ganhou o bronze feminino e ainda haveria de ultrapassar o atleta que se vê na imagem, Tiago Costa (29), também do S.C.Braga, a quem as camisolas femininas do clube não serviam muito bem.




14 - Prestes a terminar a meia-maratona, Nuno demonstra pânico pelo sofrimento da humanidade. Na fotografia, à direita, uma vianense solta uma lágrima e aplaude, arrebatada por tamanhos sentimentos humanitários.




15 - Luís, regozijando-se por completar a sua primeira meia-maratona e pela consequente entrada no clube dos homens que são os maiores (a outra única forma de entrar, é tendo bigode), esfrega as mãos de contente. No dia de ir ao Bananeiro, Luís deixará crescer o bigode e, aliado a, por essa altura, já ter completado algumas meias-maratonas, revelar-se-á como exemplo a seguir!
Na foto, à esquerda, Dona Eleutéria, antiga professora primária de Luís e catequista de São Mamede d'Este, aplaude o seu antigo petiz.




16 - Após uma corrida de enormes privações nutricionais, Zé entra na recta da meta, agastado por não ter sorte nas rifas. António Paulo (889), dos "Rompe Solas", mostra a língua, pedindo ao público remédio para as aftas, "mas daquele que não arde".

12ª Meia-maratona de Viana do Castelo, de 24Jan2010 (2ª mensagem, de 3): RESULTADOS

As prestações individuais nesta meia-maratona foram sentidas de forma um pouco diferente entre os três atletas participantes.



Expectativas: tendo noção da inexperiência o grupo em provas oficiais e do relativamente reduzido treino que até então tinha sido possível efectuar, as expectativas em termos absolutos não eram, claro, altas; o Zé e o Nuno pretendiam "bater" os tempos que tinham registado em 2006 na única meia-maratona em que tinham participado (Zé: 1h50m; Nuno: 1h58m) e o Luís, como benjamim na prova, pretendia alcançar um tempo como o dos restantes.



Prestações individuais: o Nuno e o Luís fizeram uma prova na qual confirmaram ou ultrapassaram as suas expectativas e, o Zé, até perto do km13 de prova, também vinha caminhando nesse sentido, até ter tido uma quebra de açúcar que o prejudicou intensamente, o que foi frustrante pois, apesar de ter melhorado um pouquito o seu tempo de há 4 anos, o ritmo que vinha imprimindo decerto lhe permitiria terminar num tempo dentro do intervalo 1h41m-1h42m, pois até ao km13 vinha correndo junto do Nuno. A partir de agora, decerto que o Zé não irá mais recusar ingerir um cubo de marmelada antes da prova e levar outro no bolso, sobretudo porque este trio sabe agora que não se pode confiar que os abastecimentos terão fruta e/ou líquidos açucarados.
Enquanto o referido duo corria efectivamente a dois, o Luís cumpria a prova a reduzidos 50m dos mesmos. A partir, sensivelmente, do km13, os três atletas demarcaram-se uns dos outros, tendo passado a correr separadamente. No último quilómetro, em que o Zé realmente já o percorreu quase em agonia, o Luís ultrapassou-o.



Tempos, classificações e velocidades dos atletas e análise comparativa com os outros participantes (clicar sobre a imagem para ver melhor e para ver todo o conteúdo):





Classificação geral completa aqui.



SMS dos atletas:

  • : "Quem correu em Viana / Sentiu no fim a agonia / No meio faltou a banana / Mas foi bela a correria"

  • Luís: "Foi na 1/2 maratona de V.C. q me iniciei no atletismo.Foi algo q me motivou p/muitas outras.É uma prova muito bonita e senti que atingi 1grande feito.Recomendo!"


  • Nuno: "Bonita estreia dos Suicidas,a mostrarem a raça dos Bracarenses,provando o seu potencial para altos voos.O intenso esforço foi recompensado.Foi ManchesterUnited!"

12ª Meia-maratona de Viana do Castelo, de 24Jan2010 (1ª mensagem de 3): CRÓNICA

No passado dia 24 de Janeiro de 2010, os Suicidas Brácaros, enquanto grupo, fizeram a sua estreia em provas oficiais, na Meia-maratona de Viana do Castelo. Foi também uma estreia absoluta para o Luís em provas deste género. O Nuno e o Zé já tinham participado em algumas, mas em tempos idos.

Tempo: num Inverno especialmente rigoroso, fomos presenteados com um excelente dia primaveril, magnífico para a prática desportiva! Algum frio matinal, mais provocado por uma leve brisa do que pela temperatura, que depressa foi esquecido.

Percurso: o percurso da Meia-maratona de Viana inicia-se e termina no centro da cidade e decorre paralelamente ao rio Lima, não lado a lado ao rio mas ao longo da Estrada Nacional que se dirige a Ponte de Lima. Na freguesia de Cardielos, dá-se a volta e retorna-se a Viana.
Longe de deslumbrar, é um percurso com alguma beleza, ou não estivéssemos na nossa Região do Minho, ao longo do qual se passa junto de alguns cafés, fora dos quais pequenos grupos de entusiastas aplaudiam os atletas, tendo sido os Suicidas Brácaros alvo de especial atenção dos tiffosi, não só pela classe passeada e estilo inconfundível, mas também porque o Zé sempre solicitava entusiasticamente, ao público, o merecido aplauso.
Em termos técnicos, é de referir que o percurso incluía algumas subidas (e respectivas descidas) relativamente acentuadas [subida acumulada de 141m, com uma subida acentuada de 2,5km, com uma inclinação média de 4,7%, entre o km 4,7 (8m alt.) e o km 7,2(61m alt.)], o que constituíu um entrave extra (embora não nos tenha surpreendido, pois previamente analisámos o percurso no GPSies e no Google Earth), mas constituíu também um desafio e uma animação extra numa prova longa. Receámos as subidas, custaram-nos a passar, mas não achámos que nos prejudicaram.
Aqui está o percurso da corrida, pronto para ser descarregado em inúmeros formatos.


A ORGANIZAÇÃO DA PROVA, de uma forma geral, correspondeu às nossas expectativas. Vamos por partes, classificando cada ponto, numa escala de 1 a 10:
  • Preço: 7€ pela inscrição efectuada com antecedência não nos pareceu excessivo (8v);
  • Estacionamento: foi fácil, dado que conhecemos Viana e logo nos dirigimos para o Campo da Agonia, um imenso espaço repleto de lugares vazios ao Domingo de manhã, e a menos de 1km da partida (9v pelo estacionamento, mas classificação final de 8v, pois tal informação não foi fornecida);
  • Levantamento dos dorsais: efectuado numa escola junto da partida, não estava assinalado convenientemente, porém já sabíamos que era à escola que nos tínhamos que dirigir e foi fácil seguir o amontoado de gente. Não foi preciso esperar muito e decorreu sem problemas (7v);
  • Animação em torno do local do evento: era efectiva, sentindo-se algum entusiasmo colectivo com o evento. Havia um animador de serviço que se ouvia pelas colunas e chegou a entrevistar alguns convidados e participantes (7v);
  • Partida e Meta: localizavam-se em locais diferentes mas próximos, ambas bem localizadas, a meio de avenidas e assinaladas com pórticos insufláveis. Havia partidas diferentes para a Meia-maratona e para a caminhada. Contudo, realça-se de negativo o facto de, na zona da meta, haver mais do que um pórtico insuflável, o que confundia o atleta, que corria o risco de pensar que tinha terminado após o primeiro, quando assim não era (8v);
  • Abastecimentos: talvez o ponto menos positivo a apontar à organização, dado que apenas foi fornecida água. Pela nossa pouca experiência, esperávamos que os abastecimentos incluíssem também bebidas isotónicas e alguma fruta (metades de laranjas e bananas), o que não se verificou. Compreendemos que, para tal, a organização precisaria de gastar mais dinheiro mas, tendo em conta que a saca de ofertas incluía uma bebida isotónica, somos da opinião que a mesma nos teria sido muito mais útil entre os 10km e os 15km da corrida do que no fim. Todavia, havia vários abastecimentos, o que é um ponto deveras positivo, dado que nenhum atleta decerto terá sentido sede (embora na parte final talvez tivesse faltado mais um ponto de água) (6v);
  • Informação ao longo da corrida: foi boa, com cada quilómetro assinalado com uma pequena tabuleta, permitindo aos atletas controlarem o seu ritmo. Ao longo do percurso, vários escuteiros encontravam-se a meio da estrada, entre os dois sentidos, zelando pela organização. De vez em quando, passava um carro-cronómetro (7v);
  • Ofertas: a saca de ofertas era, tendo em conta o preço de inscrição, recheada. Incluía uma camisola branca de algodão de manga comprida, uma camisola de atleta com inscrições alusivas à corrida, a acarinhada medalha, água, uma bebida isotónica, um sumo, um leite chocolatado, uma régua e julgamos que mais nada, se bem nos lembramos e, a seguir à recepção da saca, recebia-se uma garrafa de vinho verde branco de marca "Manuela Machado", que serviu bem para fazer uns assados (que trocaríamos de bom grado por uma bebida isotónica ou uma meia laranja a meio da corrida, mas temos consciência que uma coisa não permitiria ou invalidaria a outra). Faltou, porém, algo que comer, como uma barrita. Mas, repita-se, foi uma boa saca de ofertas. (7v).


1 - A camisola de atleta (parte da frente).






















2 - A camisola de atleta (parte de trás).























3 - A camisola branca de manga comprida (parte da frente).





















4 - A camisola branca de manga comprida (símbolo na parte da frente).























5 - A camisola branca de manga comprida (desenho na parte de trás).
























6 - A medalha.
























  Em suma, foi muito bom participar na Meia-maratona de Viana do Castelo de 24 de Janeiro de 2010. Em 2011, decerto repetiremos!