sábado, 27 de março de 2010

Cache encontrada - 3ª (2010-03-27): Aqui passou o Eléctrico! [Braga] (Braga)

GEOCACHE
Nome: Aqui passou o Eléctrico! [Braga]
Código: GC24595
Tipo de cache: Tradicional
Tamanho da cache: Pequeno
País: Portugal
Distrito: Braga
Concelho: Braga

DESCOBERTA
N.º (sem repetições): 3
Já tinha diso descoberta por SBNão
Data: 2010-03-27
Hora: 17:10
Descobridor(es): Marta(2) e Nuno (2)
Nota: depois do nome de cada descobridor, entre parêntesis, está o número de geocaches que o mesmo já descobriu, incluindo a geocache em questão.


     A segunda cache dos SB foi a cache que evoca os Eléctricos que outrora funcionavam em Braga como transportes públicos. Situa-se perto do Campo das Hortas. É mais uma cache muito bem criada pelo Lenan2Do, que permite que os entusiastas deste jogo se inteirem acerca de mais um assunto relacionado com a vivência passada de Braga e de outros tempos no geral, e que visitem lindos sítios da cidade, que a maior parte das pessoas desconhece.
     Demos início à caça mas, infelizmente, quando nos aproximamos do ponto (bem preciso) apontado pelo GPS, encontramos uns garotos, devidamente capitaneados por um respeitável senhor, a jogar futebol. Andámos por ali às voltas, até que o referido senhor se aproximou de nós e, como que nos dando um cumprimento secreto, mostrou o seu GPS e disse "a cache está ali, está... Para disfarçar, pus os garotos aqui a jogar à bola. Vão lá vocês agora". Foi cinco estrelas e ainda nos emprestou a caneta.
     Muito obrigado, Team Motinha.


1 - Não muito longe da cache, um magnífico fontanário, infelizmente com a água cortada, a maravilhar quem se aventura pela pequena parte exterior do Jardim dos Biscaínhos, por onde fizemos questão de passear. 


















2 - Este pequeno jardim é fértil a causar boas sensações quando visto.























3 - Depois, lá fomos em busca da cache... E aqui está ela.



















4 - O registo.


domingo, 21 de março de 2010

20ª Meia-maratona e Mini-maratona de Lisboa, de 21Mar2010 (3ª mensagem, de 3): FOTOGRAFIAS

1 - Antes da corrida, os SB faziam por não se atrasarem para o evento. Perante o olhar atento de sua senhora, Zé ingeria um líquido suspeito.





2 - Enquanto se hidratava, Luís e sua senhora atentavam na condução do senhor maquinista do metropolitano. Aflitos com a perspectiva de não chegarem a tempo do tiro de partida, começariam a entoar o cântico "Senhor chofer, por favor, ponha o pé no acelerador..."



















3 - Nuno, ligeiramente abatido por ter tido que se sentar no banco que fica de costas para o sentido em que seguia a carruagem.




4 - Já em plena corrida, Nuno e Zé iam furando pelo meio de adversários. À esquerda na foto, um atleta da selecção holandesa desvia o olhar, tentando evitar a desmotivação numa vã tentativa de se desconcentrar dos dois torpedos bracarenses que o ultrapassavam.
























5 - Luís, imperial, impunha um ritmo forte ao pelotão que o seguia.






6 - Nuno, na foto em primeiro plano, mantinha a concentração.




7 - Deliciado pelo ritmo que vinha impondo-o, Luís ensaiava o "Vira Minhoto". 




8 - Numa fase avançada da prova, Nuno "fazia gato sapato" de Lucas Frick, atleta da selecção do Liechtenstein, tendo-o ultrapassado.




9 - Inspirado pela bandeira nacional, Zé não cedia nem um milímetro na perseguição aos adversários. Ovacionado pelo povo, erguia o polegar agradecendo às massas.







10 - Após 84,3km percorridos pelos Suicidas Brácaros no seu conjunto, as campeãs e os campeões posam para a fotografia, dispondo-se, simbolicamente, de forma a que as suas diferentes alturas evoquem o monte do Sameiro, com Luís fazendo de igreja do Bom Jesus.

20ª Meia-maratona e Mini-maratona de Lisboa, de 21Mar2010 (2ª mensagem, de 3): RESULTADOS

     As prestações individuais nesta meia-maratona foram sentidas de forma idêntica entre os três atletas participantes, dado que os três obtiveram resultados dentro do que esperavam. Não foram todavia, resultados brilhantes, nem sequer recordes individuais, mas era mesmo o que já era esperado, dado que, desde a prova anterior, os SB não treinaram tanto como antes e, além disso, esta Meia-maratona de Lisboa apresentou obstáculos suplementares, já referidos, tais como a dificuldade em ultrapassar atletas ao início, o sol intenso e a monotonia, embora, por outro lado, tenha tido abastecimentos de qualidade.



Expectativas: tendo em conta os tempos obtidos na participação, cerca de dois meses antes, na Meia-maratona de Viana do Castelo, e os treinos efectuados antes desta prova de Lisboa, os SB calculavam que em Lisboa, provavelmente, poderiam obter tempos entre 1h45m e 1h50m.



Prestações individuais: os três atletas fizeram uma prova em que, de uma forma geral, se pode afirmar que confirmaram as (relativamente modestas) expectativas.
   O trio começou com uma passada relativamente forte mas obrigatoriamente inconstante, dado que tinham de ultrapassar muita gente, árdua tarefa no meio de milhares de atletas e, inicialmente, iam os três juntos. Porém, após o segundo quilómetro, o trio dividiu-se em dois grupos, pois o Luís foi a seguir os outros dois a escassos metros de distância, tendo no entanto atingido o duo fugitivo ao fim da ponte, quando passavam pelo km4... Todavia, por volta do km5, já se tinha voltado à configuração de um grupo de dois mais um sozinho, com os mesmos protagonistas. O Zé e o Nuno fizeram quase por completo a corrida juntos ou a uma curta distância, desde o início até ao km19.
     Atentos ao tempo que demoravam a percorrer cada quilómetro, cedo os atletas perceberam que não era dia nem prova para grandes resultados, pois cada quilómetro era percorrido em cerca de 5min, o que, a ser mantido até ao fim, não seria bom o suficiente para recordes pessoais. Não obstante, os atletas mantiveram uma passada relativamente constante e, reconheça-se, corajosa, dado que, por vezes, parecia que não se aguentaria tal passada até ao fim mas, mesmo assim, os atletas não optaram por se pouparem, o que revela muito valor também porque esta prova, pelo seu percurso constante e invariável a imensos níveis, é uma prova em que o quilómetro seguinte custa sempre mais do que o anterior, desde a partida até à meta e, portanto, o atleta sabe que, o que o espera, será sempre pior do que o que está a sentir e a passar a dado momento (ao contrário doutras provas em que, até por haver uma ou outra subida, há cortes na monotonia e mesmo o esforço suplementar de subir costuma ser compensado com descida a seguir).
   A prova ia decorrendo sempre na mesma toada, até que, ao km19, o sol terá aquecido demais a cabeça de Nuno, que ao ler a placa indicadora do referido quilómetro, foi iludido pela miragem da placa do km20... Ora, pensando que tinha atingido o último quilómetro, Nuno foi buscar energias onde não as pensava ter para percorrer o que, pensava ele, seria o último quilómetro de corrida. Nuno fez realmente um óptimo tempo nesses 1000m... Porém, a frustração foi intensa ao ver a verdadeira placa do km20 e o verdadeiro último quilómetro + 97,5m revelou-se como um dos 1097,5m mais penosos para Nuno e, aí, o mesmo atleta entendeu porque Zé não o tinha seguido quando o viu "disparar". Foi no ponto referido e desta forma que o duo se separou, tendo-se encontrado já depois de terem "cortado" a meta, com tempos idênticos. Luís demorou mais um pouco, terminando a corrida também com uma prestação valorosa, plena da garra que o caracteriza!
  
   Analisando as tabelas abaixo, percebe-se que, nesta prova em que foi batido o record do mundo da Meia-maratona, os três elementos dos Suicidas Brácaros completaram a prova com tempos inferiores à média geral e com mais atletas a acabarem mais lentos do que eles do que atletas mais rápidos, o que revela também que, esta prova, é dirigida sobretudo a amadores, sendo um exemplo nesse sentido.
     Se se analisar só o respectivo escalão, o Nuno e o Zé conseguiram-se classificar no primeiro terço dos atletas e o Luís classificou-se sensivelmente a meio..
     O Nuno e o Zé foram, em termos médios, aumentando a velocidade à medida que a corrida se ia desenvolvendo, enquanto que o Luís optou pela estratégia oposta.



Informação global; tempos, classificações e velocidades dos atletas:




































Classificação geral aqui.



     As participantes na Mini-maratona, impossibilitadas de correram como chitas por cerca de 30000 participantes que começaram à sua frente, realizaram um passeio em que não só apreciaram as vistas viveram toda a envolvência festiva, mas também aplicaram a classe que as caracteriza a percorrer os 7km que distava a meta da partida. Vivas à sua participação!



SMS dos atletas:

  • : ""

  • Luís: "Foi a 1ª ½ Maratona k dei pr mim a pensar se era capaz de a findar. Mta recta esgotou-me, tive d parar,mas cm uma laranja na boa retomei cm 1 smile até a cessar"

  • Nuno: "Corremos c/mt sol,como tanto gosto!Ainda não estávamos adaptados,mas deixamos a nossa marca,além de litros de sangue,suor e lágrimas.Sempre a dar-lhe p/frente!"

  • Angela: ""

  • Patrícia: "Um tanto ou quanto inexplicável. Uma sensação d poder, d liberdade.Um caminhar sentido para a descoberta ds limites k deixa 1 sensação d kerer mais e sempre +…"

  • Marta: ""

20ª Meia-maratona e Mini-maratona de Lisboa, de 21Mar2010 (1ª mensagem, de 3): CRÓNICA

No passado dia 21 de Março de 2010, os Suicidas Brácaros deram as boas vindas à Primavera de uma forma especial: participando na 20ª Meia-maratona de Lisboa e na respectiva mini-maratona!
     O contingente masculino, composto pelo Luís, pelo Nuno e pelo Zé derramou litros de suor ao longo dos 21,0975km da Meia-maratona e, desta vez, a Patrícia, a Marta e a Angela não puderam deixar de participar também no evento, na Mini-maratona de 7km!

Tempo: a Primavera trouxe consigo o que sempre se espera, um dia de temperatura agradável e sol. A temperatura estaria no intervalo de 18ºC-23ºC, dependendo da hora e da zona do percurso. Não estando muito calor, a prova decorreu sob raios solares intensos, tendo sido a primeira vez em meses em que os Suicidas Brácaros correram nestas condições, o que naturalmente teve alguma influência negativa na prestação, não pelo calor em si, mas pelo facto de os atletas ainda não estarem adaptados ao mesmo.

Percurso: os percursos da Meia-maratona e da Mini-maratona iniciam-se no mesmo sítio, terminam no mesmo sítio também mas, enquanto que o percurso da Mini-maratona segue o caminho mais curto entre a partida e a meta, o percurso da meia-maratona diverge do outro pouco depois de se sair da ponte 25 de Abril. A partida é na praça das portagens da ponte 25 de Abril, na margem esquerda do rio Tejo (a Sul de Lisboa), sendo que depois o percurso segue pela ponte até Lisboa e, a partir daí, decorre sempre nas vias marginais ao rio. Ora, ao fim da ponte, enquanto que a Mini-maratona segue directamente em direcção à foz, pelo caminho mais curto para o Mosteiro dos Jerónimos (onde se situa a meta), a Meia-maratona, pelo contrário, segue para montante do rio, passando em frente ao centro da cidade, até que dá a volta na zona da Ribeira das Naus, seguindo então depois no sentido da foz, passando alguns quilómetros além do Mosteiro dos Jerónimos, até que dá a volta na zona de Algés e dá volta, no sentido do referido local da meta.
     Em termos técnicos, do percurso não constam subidas, excepto na parte inicial, na ponte, uma subida de inclinação completamente negligenciável, que é mais que compensada com a descida da ponte para a marginal ao rio, a partir de onde decorre o percurso é totalmente plano.
     É um percurso com bastante beleza, e que permite realmente calcorrear vias impossíveis de percorrer a pé noutro contexto (sobretudo o troço da ponte 25 de Abril, que é de auto-estrada), pelo que constitui uma oportunidade única de apreciar perspectivas visuais surpreendentes, que até mereceriam muito mais vagar para apreciar convenientemente.
     Todavia, o facto de o percurso, após a ponte, decorrer por longas rectas sem inclinação, ainda que em locais bonitos, e reconhecendo que isso é um ponto positivo para a prova do ponto de vista de características de competição, a verdade é que causa a instalação de uma desmotivante monotonia, que nesta prova como em nenhuma outra das poucas em que já participámos se fez notar. Talvez a nós esse facto nos tenha afectado mais do que à generalidade dos participantes, talvez por sermos de Braga, onde treinamos ao longo de percursos imensamente variados, podendo fazer opções por percursos planos ou por percursos acidentados ou então por percursos urbanos ou rurais, enfim, podendo optar por percursos com imensas características diferentes... E, dado que realmente assim o fazemos, não estamos habituados a que se instale a monotonia, mas a verdade é que este é apenas mais um factor com o qual temos de contar e de saber enfrentar. 
Aqui está o percurso da meia-maratona, pronto para ser descarregado em inúmeros formatos.



   De referir ainda um facto...
  • Esta prova é uma festa, com tantos milhares de participantes. Porém, em consequência de haver tantos atletas, os primeiros 3km quilómetros de prova, até se passar a ponte, são percorridos de forma pouco eficiente, pois não obstante a ponte ser muito larga e com muitas faixas, tal largura não é suficiente para que tantos atletas, numa fase inicial em que ainda estão todos próximos, consigam correr ao seu ritmo, pois constantemente tem de se ultrapassar gente, por todos os lados, o que cansa mais (tem de se dar muitos sprints rápidos) e adia o encontro do ritmo de cada um.


Quanto à ORGANIZAÇÃO DA PROVA, vamos analisá-la por partes, classificando cada ponto cuja análise se segue numa escala de 1 a 10:
  • Preço: 12€ pela inscrição com antecedência, no primeiro período de inscrições, pareceria-nos adequado, tendo em conta as contrapartidas. No entanto, esta é uma prova que, tal como qualquer outra coisa, boa ou má, que se faça em lisboa ou porto, tem logo uma visibilidade extrema oferecida e tem imensos e poderosos patrocinadores. Como tal, o preço é um bocado carote, sobretudo se não nos tivéssemos inscrito meses antes, pois o preço para quem se inscrevia dias antes era de... 17€! E, o que verdadeiramente é tão caro que é ridículo é o preço para a mini-maratona, que era IGUAL ao da meia-maratona! É verdade que os participantes da mini-maratona recebiam as mesmas ofertas que os companheiros da meia-maratona, mas a meia-maratona envolve um percurso maior e mais rigor, logo mais custos também. Mas, olhando apenas ao encontro da procura com a oferta, até podia ser mais de 17€, pois eram cerca de 25000 participantes na mini-maratona. De qualquer modo, preço excessivo. (4v);
  • Inscrição: a inscrição tinha de ser efectuada através da impressão do formulário, que se preenchia e entregava numa agência do BANIF, juntamente com o respectivo pagamento. É um processo fácil, porém não tanto como se fosse por internet, como costumam ser as outras provas mas, claro, o processo decorre assim, provavelmente, por exigência do banco patrocinador.  (7v);
  • Divulgação do evento: a divulgação foi imensa, até porque qualquer coisa que se faça em lisboa ou porto tem logo as televisões todas a falar exaustivamente do evento, ao contrário da ostracização a que o resto do país é votado. Além disso, houve anúncios, mesmo televisivos, e incontáveis outras formas de divulgação. É uma organização imensa, com intenso profissionalismo, pois é uma prova a muitos níveis gigante. (9v);
  • Transporte: nesta prova, os participantes, no dia da prova, mediante a apresentação do respectivo dorsal, têm entrada gratuita no metropolitano e no combóio que atravessa o rio Tejo (e, provavelmente, em mais alguns transportes públicos). Até há carruagens suplementares do combóio só para os participantes, porque 30000 pessoas têm que ser transportadas até à partida em menos de duas horas, o que é uma tarefa árdua e gigantesca, mas que é eficientemente realizada.  (9v) ;
  • Levantamento dos dorsais: é efectuado na véspera da prova, numa grande tenda em junto do Museu da Electricidade (provavelmente, devido ao facto de a EDP ser um patrocinador), que se situa a algumas centenas de metros do Mosteiro dos Jerónimos. À entrada, os atletas encontram o seu nome em folhas que indicam o respectivo número do dorsal, para que o possam pedir. Foi um processo rápido, tendo sido entregue o dorsal numa saca de ofertas. Na mesma tenda gigante, havia diversas bancadas de patrocinadores. (7v);
  • Animação em torno do local do evento: a animação era uma realidade a que não se conseguia ficar indiferente, tanto na partida como na meta. Na partida, havia música animada e um locutor e, na meta, havia o mesmo e um grande colorido com tantos milhares de participantes. Ao longo da corrida, em alguns pontos, havia bandas que tocavam enquanto os atletas passavam... Umas com músicas mais animadoras do que outras, mas de qualquer forma, uma boa iniciativa. O povo de Lisboa, não tendo afluido em massa às tuas e avenidas do percurso, demonstrou-se simpático para os atletas, embora não com o entusiasmo verificado nas provas em que anteriormente participámos, no Minho. Todavia, o entusiasmo era forte por parte dos atletas, sobretudo dos da Mini-maratona, dado que muitos encaram a participação como uma festa, e era uma festa que se vivia desde a estação de combóios que deixava os atletas perto da partida até ao local da mesma com, por exemplo, atletas com concertinas animando todos os outros! Uma festa! (8v);
  • Partida e Meta: tanto a partida como a meta estavam muito bem localizadas. A partida, que tinha de ter espaço para cerca de 30000 pessoas, era a seguir às portagens da ponte 25 de Abril. A meta situava-se após a viragem da via marginal ao rio para o Mosteiro dos Jerónimos, numa rua relativamente larga, após a qual havia muito espaço em jardim e estrada para os milhares de pessoas que iam chegando. Ambas se encontravam bem sinalizadas, não deixando ninguém confuso. (8v);
  • Abastecimentos: os abastecimentos desta prova são os melhores que já vimos e que já ouvimos falar. Em primeiro lugar, há muitos abastecimentos. Em segundo, cada abastecimento tem água mas também bebidas isotónicas (ainda por cima, de vários sabores), o que é fantástico e... Muito necessário, pois embora não estivesse uma temperatura muito alta, o sol era muito intenso e os atletas depressa de desidratavam e consumiam as suas reservas de açúcar, pelo que podiam molhar-se com água (que depressa secava) e, no abastecimento seguinte, tomar uma bebida isotónica. Além disso, no último abastecimento, a anteceder o último quilómetro, eram fornecidas laranjas, partidas em quartos, o que é importante para algum reabastecimento nutricional... Mas mais importante seria que fossem fornecidas uns quilómetros antes. De qualquer modo, este é um ponto em que, mais uma vez, a organização tem que ser contemplada com uma nota muito positiva, e que revela também mais uma vez que esta prova é imensamente apoiada por patrocinadores.  (9v);
  • Informação ao longo da corrida: foi boa, com cada quilómetro assinalado com tabuletas, permitindo aos atletas controlarem o seu ritmo. Ao longo da ponte é que, com tantos atletas, não se viam as placas indicadoras da distância, se é que haviam, pelo que se poderia ter optado por colocar bandeiras em vez de placas, pelo menos nessa zona. Na zona em que o percurso da Meia-maratona divergia do da Mini-maratona, e em que os participantes na Meia-maratona tinham de virar à esquerda em vez de ir em frente, faltava uma sinalização desse facto mais visível, ainda que existisse alguma e estivesse uma pessoa a chamar... Quem se enganava. (7v);
  • Ofertas: aquando do levantamento dos dorsais, foi dada, a cada atleta, uma saca de ofertas. Tal saca de ofertas continha: a camisola evocativa do evento (fotos abaixo), uma muito útil mini-bolsa para colocar em volta do pulso ou do braço para levar uma chave ou algo idêntico, uma muito útil pequena faixa fluorescente de pôr em volta do ante-braço para correr à noite, uma bolsinha para levar o telemóvel em caminhada e duas revistas de desporto e bem-estar. A preceder a corrida, no caminho desde a estação onde o combóio nos deixava até à partida, estavam a oferecer bonés vermelhos (publicidade duma operadora de telemóveis), que foram extremamente úteis para milhares de pessoas. Quando os atletas terminaram a prova, foram para a bicha de um gelado (um simples Super-maxi... Saudades do Magnum de 2006) e, depois, tiveram uma saca de ofertas com: uma garrafa de água, uma garrafa de bebida isotónica, uma barra de cereais e um pacote de leite de 200ml (mais valia um sumo ou, então, leite chocolatado). Boas ofertas.  (8v).

1 - A frente da camisola.
























2 - O desenho da frente da camisola.
























3 - A parte de trás da camisola.
























4 - A medalha da Meia-maratona (a da Mini-maratona é igual, mas dourada).
























A Meia-maratona e a Mini-maratona de Lisboa constituem um evento divertido e muito porreiro de participar, repleto de animação. Não obstante, em termos estritamente desportivos, não ser a corrida que mais nos agrada, decerto voltaremos bastantes mais vezes a participar nesta prova e, sempre que possível, em ambas as provas!